Olá pessoal, desculpem a grande ausência em postar algo no blog, mas é por causa do tempo e dos afazeres da faculdade, mas antes tarde do que nunca não é. Então vamos a mais uma postagem, mesmo que seja simples já vai ser mais alguma coisa pra vocês refletirem.
Lendo esse título "Ciência e Rock" vocês não devem associar muita coisa aos dois termos, mas se pararmos para pensar direitinho e analisar tanto um quanto o outro veremos muitas coisas em comum, e pode-se dizer que há entre ambos uma bela parceria, possibilitando há nós uma reflexão acerca dessa inter-relação.
Tomemos como exemplo dessa aliança a música de uma das bandas de rock mais conhecida de todos os tempos (e uma das mais antigas também) e que hoje em dia seus integrantes encontram-se em carreiras solo: Pink Floyd. Poucos devem saber, mas os que conhecem a banda com certeza sabem da participação mais do que especial do físico britânico Stephen Hawking em uma das composições da banda, a música Keep Talking do álbum "The Division Bell", eis o trecho que Hawking participa (ressaltando que ele fala normalmente com sua voz computadorizada): "For millions of years mankind lived just like animals/Then something happened which unleashed the power of our imagination/We learned to talk.", agora passo para vocês a tradução dessa parte: "Por milhões de anos a Humanidade viveu como os animais/Então algo aconteceu que libertou o poder da nossa imaginação/Nós aprendemos a falar." Nesse trecho Hawking ressalta a importância desse da fala para o avanço da humanidade, mas acho que isso é para uma postagem posterior. Um outro exemplo, também vindo do grupo Pink Floyd é a capa de um dos seus álbuns mais conhecidos e de maior sucesso: Dark Side of The Moon (1973). A capa do álbum consiste em um prisma triangular por onde passa um feixe de luz branca que é decomposto nas cores do arco-íris, bem como pode ser explicado pela Física, na parte de Óptica, quando uma uma luz branca passa por um prisma ela é decomposta nas cores co arco-íris, tendo como exemplo a luz do Sol. (No final da postagem vocês podem acessa o link para verem a capa do CD).
Saindo do Pink Floyd podemos tomar uma outra banda que também usou a ciência, em particular a Física mais uma vez, para a confecção de um de seus álbuns (que recebeu muitas críticas por parte dos fãs por ser um álbum "leve" comparado com o anterior), citaremos agora o Dream Theater, uma banda de metal progressivo dos EUA. A capa de seu álbum intitulado "Octavarium" consiste num suporte de bolas, que batem-se indefinidamente, feito por Isaac Newton. Cientificamente falando, o nome desse suporte é "Pêndulo de Newton", consistindo em demonstrar a conservação do momentum e da energia, mostrando que uma onda de impacto se propaga livre de dispersão por entre a cadeia de bolas.
Bem galera acho que por enquanto é só, os exemplos são variados, citei estes dois apenas para despertar a curiosidade de vocês, quem ainda não conhece as bandas aconselho que ouçam, são muito boas mesmo, com integrantes profissionais e músicos de verdade, de formação acadêmica.
Abaixo estão os links:
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Aí galera, Ciência e Rock tem muita coisa haver!!!!!!!!!!!!!
Até a próxima, curtam bastante!!!!
Ciências: um mundo a descobrir
quarta-feira, 15 de junho de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ciência e Religião...
Antes de começar a falar sobre esses dois temas que chamam tanto a atenção das pessoas nos dias atuais, e mais ainda nos tempos passados quando a Igreja impunha suas regras sobre as idéias de cientistas e filósofos, deixo bem claro que não favorecerei mais um lado do que outro e aproveito para expor minha religião que é Evangélica, antes que muitos comecem a julgar-me como ateu ou simpatizante de alguma outra religião, esclarecendo que não tenho nada contra a religião dos demais nem pela escolha espiritual das pessoas.
Então, depois de esclarecer algumas coisas, podemos começar a falar um pouco sobre esses temas que já causaram muita discussão, tanto no meio religioso como no meio cientifico, e ainda causam, e infelizmente ao que tudo indica, ainda causaram muitos ao longo de anos futuros.
Muitos hoje em dia questionam-se sobre essa inimizade que há entre muitos religiosos e cientistas, estes na maioria das vezes céticos e aqueles muitas vezes querendo se fazer de cegos, ou seja, uma parte não contribui para a união de ambas. Mas nesse breve comentário pretendo esclarecer algumas coisas que deveriam ser levadas em conta por ambas as partes, para que houvesse ao menos uma aceitação de ambos.
Começo citando a Bíblia como referência e como portadora de muitos aspectos científicos, demonstrando a criação divina, algo que muitos cientistas negam radicalmente. Comecemos pelo livro de Jó no capítulo 26 no versículo 7 (Jó 26:7) que diz o seguinte: “O norte estende sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada.” Aqui fica claro uma das muitas citações bíblicas evidenciando Deus como criador do Cosmos, mostrando a posição da Terra no espaço. Avançando mais um pouco encontramos no livro de Isaías no capítulo 40 no versículo 22 (Isaías 40:22) que diz: “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos: Ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda para neles habitar.” Aqui evidencia-se o formato da Terra, dizendo que a mesma é redonda, fato que originou muitas discussões na época das navegações e expedições marítimas. Fica evidente nesses dois pontos bíblicos como a ciência está presente na Bíblia. Mas podemos citar um ponto mais atual e mais útil nos dias de hoje para a maioria das pessoas (não que os anteriores não sejam). No livro de Eclesiastes no capítulo 1 no versículo 6 (Ec 1:6) diz: “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.” Aqui está evidenciado algo que nos dias atuais está intimamente ligado à nós seres humanos e a nossa influência na natureza e no meio em que vivemos, o aquecimento provocado pela grande emissão de gases do efeito estufa, a destruição crescente da camada de ozônio, são exemplos que interferem no ciclo de ventos.
Essas são algumas evidencias de como a ciência e a religião estão intimamente ligadas. Alguns devem se perguntar, ao término da leitura desse trecho, por que citei tanto a Bíblia ao invés da ciência, mas não citei uma mais do que outra, citei a relação que há entre ambas, quis com isso explicitar a relação que existe entre a ciência e a criação e regimento do Universo em que vivemos. Não devemos criticar algo simplesmente por ser de áreas diferentes, pois muitas vezes caminhos diferentes podem ter uma co-relação, algo que complete-as, assim como Ciência e Religião.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Simples ações... Grandes reações.
A vida do ser humano pode ser resumida a atitudes, a situações em que ele(a) tomam determinadas decisões, e em muitos casos sem primeiro pensar em quais seriam as conseqüências dessa atitude. Exemplificando: existe um barril de pólvora, um homem fumante desfrutando os prazeres (pra ele fumar proporciona prazer, pra outros não passa de perda de tempo e dinheiro) de um cigarro passa por este barril e sem perceber que se trata de pólvora joga o cigarro sobre/dentro dele, ocasionando assim uma explosão. Onde poderia ser essa explosão?! Na pior das hipóteses em um navio cargueiro, podendo ocasionar sua naufrágio; também poderia ser numa fábrica de fogos de artifício. Ambos os ambientes poderiam levar a acidentes irreparáveis, tanto ao ambiente quanto, principalmente, a vida humana. Isso caracteriza uma simples ação (jogar um cigarro aceso em um barril que contenha pólvora - o material poderia ser qualquer outro), que por fim gera uma grande reação (a explosão do barril).
Depois de um exemplo como este, acho que podemos passar para outro mais complexo, abordando o nosso meio ambiente, o qual é vítima de simples ações (e até de grandes ações em muitos casos) que geram grandes reações, podendo ser positivas ou negativas.
Vamos começar com um simples exemplo que foi concretizado logo nesse início de 2011, referindo ao Parque Marinho de Abrolhos. Depois de 1 ano com suas atividades totalmente paradas, a Justiça determinou a abertura e a continuação da exploração de petróleo nessa região, que é caracterizada por um ambiente que possui espécies únicas de vida marinha em relação a todo o litoral brasileiro. Devemos levar em consideração que a retomada dessa exploração de petróleo trará conseqüências que podem ser irreparáveis para o ambiente e também para a população que vive naquela região e sobrevive da pesca, ressaltado que com essa reabertura novos equipamentos devem chegar ao parque, novos trabalhadores, interferindo não só a vida de quem mora nessa região, mas principalmente o ambiente marinho e o ambiente terrestre. O que mais poderia acontecer?! Um vazamento de petróleo que contaminaria toda uma região preservada por sua natureza única em relação aos demais litorais brasileiros, podendo dizer até litorais mundiais.
Isso é uma simples ação da Justiça, que pode levar à uma grande reação, nesse caso um reação muito negativa, tanto para os habitantes quanto para o meio ambiente.
Atitudes como essas devem ser contra-atacadas por nós que queremos preservar o ambiente, devemos contestar, impor nossas opiniões e nossas atitudes. Se simples atitudes de cada um geram grandes reações, então se juntarmos essas simples atitudes em um grande grupo geraríamos uma grande reação que poderia anular essa decisão judicial. Só depende de cada um...
Parte dessa opinião foi formulada a partir da leitura do texto "Começou mal" que se encontra no site do Greenpeace. Aproveitando a oportunidade, indico a todos aqueles que acessarem o blog e seguirem-no a acessarem também, sempre que possível, o site do Greenpeace. Vale a pena!!!
domingo, 9 de janeiro de 2011
Mente humana: precisamos avançar mais
Todos sabemos que antigamente a filosofia regia muitas mentes e que muitas dessas mentes, também conhecidas hoje em dia, trilharam caminhos que levaram a descobertas que influenciaram o curso do mundo, e que influenciam até os dias atuais. Não é de espanto para nenhum de nós o peso que essas descobertas tiveram no mundo em que vivemos, mas se pararmos para pensar e refletir acerca dessas descobertas veremos que não foram realizadas da noite para o dia, e nem com os equipamentos mais modernos que conhecemos hoje, os quais muitos (não todos claro) não conseguimos viver sem. Vamos citar um exemplo conhecido de todos, mas talvez nem tanto como deveria ser conhecido: Albert Einstein e a Teoria da Relatividade. Einstein descobriu essa teoria do dia para a noite? não! Descobriu usando equipamentos modernos? Muito menos isso! Ele descobriu isso usando a mente e a filosofia que conhecia dos conceitos anteriores a ele relacionados á Física. Com certeza foi uma jogada de mestre, e hoje ouvimos muitos dizendo, quando ouvem essa teoria: "É verdade, se pararmos para pensar é realmente isso mesmo." Mas ninguém pára e pensa nos dias que Einstein dedicou à essa teoria, quantas noites sem dormir (é o que imaginamos) refletindo sobre os conceitos que usaria. Vamos aprofundar um pouco mais nessa teoria analizando um exemplo dela. Einstein diz o seguinte em sua teoria relativística: "Objetos em movimento encolhem na direção do seu movimento. Quanto maior a velocidade de um objeto, mais ele se contrai na direção de seu movimento. No limite em que essa velocidade se iguala à da luz, o objeto... desaparece!" Parece loucura, mas em relatividade isso é verdade, e se tomássemos nosso mundo, esse mesmo em que vivemos como um mundo relativístico aos nossos olhos, essa ideia teria sentido. Podemos fazer uma observação diante dessa ideia e de nosso mundo: somos nós que não vemos o mundo como relativístico, pois na visão de muitos cientistas, inclusive Einstein, esse mundo e todo o universo é relativístico. Agora vamos refletir um pouco acerca da junção de duas ideias: mente humana e avanço (avanço tecnológico, pessoal, espiritual, intelectual). O homem possui uma alta capacidade de avanço, em todas essas áreas citadas antes e em mais outras tantas que conhecemos. Mas nos deparamos com algo meio que contraditório que é o seguinte: se a humanidade avança tanto porque ainda vivemos num mundo tão desigual, tão desbalanceado? Por que ainda existem países onde as pessoas morrem de fome? Por que ainda não encontraram a cura de doenças que matam milhares todos os anos? Será influência política? Ou será que os esforços ainda estão sendo poucos? São perguntas para que possamos refletir e ver que avançamos tanto numa área como a Ciência, mas em outras ainda não saímos da estaca zero. Depende de nós, da nossa humanidade, buscar aumentar os esforços e influenciar aos demais que façam o mesmo.
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